+Achieving Security, Compliance & Resilience Requirements

Achieving Security, Compliance & Resilience Requirements

Description

Mechanisms exist to design Technology Assets, Applications and/or Services (TAAS) so that required capabilities continue to operate in a controlled and acceptable manner, when conditions are both routine and degraded.

Possible Solutions & Considerations

Micro-Small Business (<10 staff) / BLS Firm Size Classes 1-2

∙ Defined "secure engineering principles" (e.g., alignment with NIST 800-160)

Small Business (10-49 staff) / BLS Firm Size Classes 3-4

∙ Defined "secure engineering principles" (e.g., alignment with NIST 800-160)

Medium Business (50-249 staff) / BLS Firm Size Classes 5-6

∙ Defined "secure engineering principles" (e.g., alignment with NIST 800-160)

Large Business (250-999 staff) / BLS Firm Size Classes 7-8

∙ Defined "secure engineering principles" (e.g., alignment with NIST 800-160)

Enterprise (> 1,000 staff) / BLS Firm Size Class 9

∙ Defined "secure engineering principles" (e.g., alignment with NIST 800-160)

SCR-CMM

Level 0 Not Performed

Practices are non-existent, based on the inability to demonstrate an implemented and operational capability. A reasonable person would conclude the control is not being performed.

Level 1 Performed Informally

Secure Engineering & Architecture (SEA) domain capabilities are ad hoc and inconsistent. Capability criteria associated with this control may include:
▪ Policies, standards & procedures associated with SEA domain capabilities provide limited coverage due to the depth and breadth of the existing documentation.
▪ Security engineering-related activities are decentralized (e.g., a localized/regionalized function) and uses non-standardized methods to implement secure, resilient and compliant practices.
▪ IT and/or cybersecurity personnel use an informal process to design, build and maintain secure, compliant and resilient solutions.

Level 2 Planned Tracked

Secure Engineering & Architecture (SEA) capabilities are requirements-driven, but are not standardized across the entity (e.g., local/regional level consistency). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist:
▪ Policies and standards associated with SEA domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity.
▪ Standardized Operating Procedures (SOP) associated with SEA domain capabilities are documented and maintained by process owners.
▪ IT and/or cybersecurity personnel work with business stakeholders and process owners to appropriately scope and reasonably implement cybersecurity and data protection controls associated with SEA domain capabilities to address applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD).
▪ Secure engineering and architecture-related controls are primarily administrative and preventative in nature (e.g., policies, standards and procedures & guidelines).
▪ Secure engineering and architecture management may be a defined function (e.g., team or department) or assigned as an additional duty to existing IT and/or cybersecurity personnel.
▪ IT and/or cybersecurity personnel define entity-specific secure engineering practices to protect the Confidentiality, Integrity, Availability and Safety (CIAS) of the entity's TAASD.
▪ IT and/or cybersecurity personnel align secure engineering practices with the entity's broader IT architecture practices.
▪ IT and/or cybersecurity personnel use secure engineering practices to influence Secure Baseline Configurations (SBC).

Level 3 Well Defined

Secure Engineering & Architecture (SEA) capabilities are standardized across the entity for applicability to People, Processes, Technologies, Data and/or Facilities (PPTDF) to ensure consistency for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist:
▪ Policies and standards associated with SEA domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function.
▪ Standardized Operating Procedures (SOP) associated with SEA domain capabilities are well-documented and kept current by process owners.
▪ A cybersecurity engineering / architecture team, or similar function, is appropriately staffed and supported to implement and maintain RSK domain capabilities.
▪ Technology is leveraged to enhance the efficiency and accuracy of secure engineering management operations (e.g., project management solution).
▪ The entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function, works with business stakeholders and process owners to appropriately scope and reasonably implement cybersecurity and data protection controls associated with SEA domain capabilities to address Minimum Compliance Requirements (MCR) (e.g., applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements) and Discretionary Security Requirements (DSR) (e.g., entity-required controls).
▪ Secure Baseline Configurations (SBC) enforce the secure engineering principles on all applicable Technology Assets, Applications and/or Services (TAAS).
▪ An implemented and operational capability exists to achieve resilience requirements in normal and adverse situations.

Level 4 Quantitatively Controlled

Utilize SCR-CMM Level 3 criteria definitions:
▪ There are no defined Level 4 criteria, since it is reasonable to assume a quantitatively-controlled process is not necessary to operationalize this control.
▪ While it may be possible to develop “metrics-driven” capabilities for this control, the criteria would be organization-specific to define.

Level 5 Continuously Improving

Utilize SCR-CMM Level 3 or Level 4 (if available) criteria definitions:
▪ There are no defined Level 5 criteria, since it is reasonable to assume a continuously-improving process is not necessary to operationalize this control.
▪ Level 5 capabilities should be considered “world-class” where the control builds on Level 4 capabilities, but are continuously improving through Artificial Intelligence (AI) and/or Machine Learning (ML) technologies.
▪ While it may be possible to develop responsive capabilities for this control through the use of AI and/or ML technologies, the criteria would be organization-specific to define.

1. Visão geral

Título Norma

1.1 Referências

1.2 Requisitos identificados

1.3 Regulamentos relacionados

2. Requisitos identificados

Requisitos
Fonte Requisito

3. Regulamentos relacionados

Regulamentos
Fonte Regulamentação
EULAW Artigo 4.o Definições

Artigo 4.o

Definições

Para efeitos do presente regulamento, entende-se por:

1) 

«Dados pessoais», informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável («titular dos dados»); é considerada identificável uma pessoa singular que possa ser identificada, direta ou indiretamente, em especial por referência a um identificador, como por exemplo um nome, um número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica ou a um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular;

2) 

«Tratamento», uma operação ou um conjunto de operações efetuadas sobre dados pessoais ou sobre conjuntos de dados pessoais, por meios automatizados ou não automatizados, tais como a recolha, o registo, a organização, a estruturação, a conservação, a adaptação ou alteração, a recuperação, a consulta, a utilização, a divulgação por transmissão, difusão ou qualquer outra forma de disponibilização, a comparação ou interconexão, a limitação, o apagamento ou a destruição;

3) 

«Limitação do tratamento», a inserção de uma marca nos dados pessoais conservados com o objetivo de limitar o seu tratamento no futuro;

4) 

«Definição de perfis», qualquer forma de tratamento automatizado de dados pessoais que consista em utilizar esses dados pessoais para avaliar certos aspetos pessoais de uma pessoa singular, nomeadamente para analisar ou prever aspetos relacionados com o seu desempenho profissional, a sua situação económica, saúde, preferências pessoais, interesses, fiabilidade, comportamento, localização ou deslocações;

5) 

«Pseudonimização», o tratamento de dados pessoais de forma que deixem de poder ser atribuídos a um titular de dados específico sem recorrer a informações suplementares, desde que essas informações suplementares sejam mantidas separadamente e sujeitas a medidas técnicas e organizativas para assegurar que os dados pessoais não possam ser atribuídos a uma pessoa singular identificada ou identificável;

6) 

«Ficheiro», qualquer conjunto estruturado de dados pessoais, acessível segundo critérios específicos, quer seja centralizado, descentralizado ou repartido de modo funcional ou geográfico;

7) 

«Responsável pelo tratamento», a pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, a agência ou outro organismo que, individualmente ou em conjunto com outras, determina as finalidades e os meios de tratamento de dados pessoais; sempre que as finalidades e os meios desse tratamento sejam determinados pelo direito da União ou de um Estado-Membro, o responsável pelo tratamento ou os critérios específicos aplicáveis à sua nomeação podem ser previstos pelo direito da União ou de um Estado-Membro;

8) 

«Subcontratante», uma pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, agência ou outro organismo que trate os dados pessoais por conta do responsável pelo tratamento destes;

9) 

«Destinatário», uma pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, agência ou outro organismo que recebem comunicações de dados pessoais, independentemente de se tratar ou não de um terceiro. Contudo, as autoridades públicas que possam receber dados pessoais no âmbito de inquéritos específicos nos termos do direito da União ou dos Estados-Membros não são consideradas destinatários; o tratamento desses dados por essas autoridades públicas deve cumprir as regras de proteção de dados aplicáveis em função das finalidades do tratamento;

10) 

«Terceiro», a pessoa singular ou coletiva, a autoridade pública, o serviço ou organismo que não seja o titular dos dados, o responsável pelo tratamento, o subcontratante e as pessoas que, sob a autoridade direta do responsável pelo tratamento ou do subcontratante, estão autorizadas a tratar os dados pessoais;

▼C2

11) 

«Consentimento» do titular dos dados, uma manifestação de vontade, livre, específica, informada e inequívoca, pela qual o titular dos dados aceita, mediante declaração ou ato positivo inequívoco, que os dados pessoais que lhe dizem respeito sejam objeto de tratamento;

▼B

12) 

«Violação de dados pessoais», uma violação da segurança que provoque, de modo acidental ou ilícito, a destruição, a perda, a alteração, a divulgação ou o acesso, não autorizados, a dados pessoais transmitidos, conservados ou sujeitos a qualquer outro tipo de tratamento;

13) 

«Dados genéticos», os dados pessoais relativos às características genéticas, hereditárias ou adquiridas, de uma pessoa singular que deem informações únicas sobre a fisiologia ou a saúde dessa pessoa singular e que resulta designadamente de uma análise de uma amostra biológica proveniente da pessoa singular em causa;

14) 

«Dados biométricos», dados pessoais resultantes de um tratamento técnico específico relativo às características físicas, fisiológicas ou comportamentais de uma pessoa singular que permitam ou confirmem a identificação única dessa pessoa singular, nomeadamente imagens faciais ou dados dactiloscópicos;

15) 

«Dados relativos à saúde», dados pessoais relacionados com a saúde física ou mental de uma pessoa singular, incluindo a prestação de serviços de saúde, que revelem informações sobre o seu estado de saúde;

16) 

«Estabelecimento principal»:

a) 

No que se refere a um responsável pelo tratamento com estabelecimentos em vários Estados-Membros, o local onde se encontra a sua administração central na União, a menos que as decisões sobre as finalidades e os meios de tratamento dos dados pessoais sejam tomadas noutro estabelecimento do responsável pelo tratamento na União e este último estabelecimento tenha competência para mandar executar tais decisões, sendo neste caso o estabelecimento que tiver tomado as referidas decisões considerado estabelecimento principal;

b) 

No que se refere a um subcontratante com estabelecimentos em vários Estados-Membros, o local onde se encontra a sua administração central na União ou, caso o subcontratante não tenha administração central na União, o estabelecimento do subcontratante na União onde são exercidas as principais atividades de tratamento no contexto das atividades de um estabelecimento do subcontratante, na medida em que se encontre sujeito a obrigações específicas nos termos do presente regulamento;

17) 

«Representante», uma pessoa singular ou coletiva estabelecida na União que, designada por escrito pelo responsável pelo tratamento ou subcontratante, nos termos do artigo 27.o, representa o responsável pelo tratamento ou o subcontratante no que se refere às suas obrigações respetivas nos termos do presente regulamento;

18) 

«Empresa», uma pessoa singular ou coletiva que, independentemente da sua forma jurídica, exerce uma atividade económica, incluindo as sociedades ou associações que exercem regularmente uma atividade económica;

19) 

«Grupo empresarial», um grupo composto pela empresa que exerce o controlo e pelas empresas controladas;

20) 

«Regras vinculativas aplicáveis às empresas», as regras internas de proteção de dados pessoais aplicadas por um responsável pelo tratamento ou um subcontratante estabelecido no território de um Estado-Membro para as transferências ou conjuntos de transferências de dados pessoais para um responsável ou subcontratante num ou mais países terceiros, dentro de um grupo empresarial ou de um grupo de empresas envolvidas numa atividade económica conjunta;

21) 

«Autoridade de controlo», uma autoridade pública independente criada por um Estado-Membro nos termos do artigo 51.o;

22) 

«Autoridade de controlo interessada», uma autoridade de controlo afetada pelo tratamento de dados pessoais pelo facto de:

a) 

O responsável pelo tratamento ou o subcontratante estar estabelecido no território do Estado-Membro dessa autoridade de controlo;

b) 

Os titulares de dados que residem no Estado-Membro dessa autoridade de controlo serem substancialmente afetados, ou suscetíveis de o ser, pelo tratamento dos dados; ou

c) 

Ter sido apresentada uma reclamação junto dessa autoridade de controlo;

23) 

«Tratamento transfronteiriço»:

a) 

O tratamento de dados pessoais que ocorre no contexto das atividades de estabelecimentos em mais do que um Estado-Membro de um responsável pelo tratamento ou um subcontratante na União, caso o responsável pelo tratamento ou o subcontratante esteja estabelecido em mais do que um Estado-Membro; ou

b) 

O tratamento de dados pessoais que ocorre no contexto das atividades de um único estabelecimento de um responsável pelo tratamento ou de um subcontratante, mas que afeta substancialmente, ou é suscetível de afetar substancialmente, titulares de dados em mais do que um Estados-Membro;

24) 

«Objeção pertinente e fundamentada», uma objeção a um projeto de decisão que visa determinar se há violação do presente regulamento ou se a ação prevista relativamente ao responsável pelo tratamento ou ao subcontratante está em conformidade com o presente regulamento, demonstrando claramente a gravidade dos riscos que advêm do projeto de decisão para os direitos e liberdades fundamentais dos titulares dos dados e, eventualmente, para a livre circulação de dados pessoais no território da União;

25) 

«Serviços da sociedade da informação», um serviço definido no artigo 1.o, n.o 1, alínea b), da Diretiva (UE) 2015/1535 do Parlamento Europeu e do Conselho ( 1 );

26) 

«Organização internacional», uma organização e os organismos de direito internacional público por ela tutelados, ou outro organismo criado por um acordo celebrado entre dois ou mais países ou com base num acordo dessa natureza.

EULAW Artigo 15.o Exatidão, solidez e cibersegurança
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Pedidos ligados

Ligações
Tipo de ligação Pedido
is related to Annual
is related to relative Control Weighting = 03
is related to Process
is related to Protect
is related to SCRM Focus Tier 2 OPERATIONAL
blocks Reduced Operational Productivity
blocks Reputational Harm / Loss of Stakeholder Trust
blocks Failure to Support Business / Mission Objectives
blocks Uncontrolled Internal Security / Privacy Exposure
blocks Uncontrolled Third-Party Security / Privacy Exposure
blocks Undetected / Delayed Detection of Adverse Activity
is related to relative Control Weighting = 04
is related to SCRM Focus Tier 1 STRATEGIC
blocks Business / Service Interruption
blocks Data Loss / Integrity Compromise
blocks Revenue Loss
blocks Contractual Default / Termination
blocks Failure to Achieve Strategic / Mission Objectives
blocks Delayed Containment / Increased Incident Impact
blocks Recovery Failure / Unacceptable Recovery Delay
blocks Concentration / Single-Point Dependency Failure
blocks OT Safety / Process Availability Failure
blocks Loss of Data / Service Availability
blocks Drought & Water Shortage
blocks Earthquakes
blocks Fire & Wildfires
blocks Floods
blocks Hurricanes & Tropical Storms
blocks Landslides & Debris Flow
blocks Pandemic (Disease) Outbreaks
blocks Severe Weather
blocks Space Weather
blocks Thunderstorms & Lightning
blocks Tornadoes
blocks Tsunamis
blocks Volcanoes
blocks Winter Storms & Extreme Cold
blocks Malicious Cyber Activity
blocks Utility Service Disruption
blocks Dysfunctional Management Practices
blocks Human Error
blocks Technical / Mechanical Failure
blocks Hazardous / Degraded Operational Environment
blocks Workforce Shortage / Loss of Critical Skills / Labor Disruption
blocks Infrastructure Failure / Degradation
blocks Business / Service Interruption
blocks Data Loss / Integrity Compromise
blocks Revenue Loss
blocks Contractual Default / Termination
blocks Failure to Achieve Strategic / Mission Objectives
blocks Delayed Containment / Increased Incident Impact
blocks Recovery Failure / Unacceptable Recovery Delay
blocks Concentration / Single-Point Dependency Failure
blocks OT Safety / Process Availability Failure
blocks Loss of Data / Service Availability
blocks Drought & Water Shortage
blocks Earthquakes
blocks Fire & Wildfires
blocks Floods
blocks Hurricanes & Tropical Storms
blocks Landslides & Debris Flow
blocks Pandemic (Disease) Outbreaks
blocks Severe Weather
blocks Space Weather
blocks Thunderstorms & Lightning
blocks Tornadoes
blocks Tsunamis
blocks Volcanoes
blocks Winter Storms & Extreme Cold
blocks Malicious Cyber Activity
blocks Utility Service Disruption
blocks Dysfunctional Management Practices
blocks Human Error
blocks Technical / Mechanical Failure
blocks Hazardous / Degraded Operational Environment
blocks Workforce Shortage / Loss of Critical Skills / Labor Disruption
blocks Infrastructure Failure / Degradation
is blocked by SEA-02.1 Achieving Security, Compliance & Resilience Requirements – Assessment Procedure
blocks PR.IR Technology Infrastructure Resilience
blocks PR.IR-02 The organization's technology assets are protected from environmental threats
blocks PR.IR-03 Mechanisms are implemented to achieve resilience requirements in normal and adverse situations
  • Secure Controls Framework -

    The Secure Controls Framework® (SCF)

    "The SCF is the Common Controls Framework™ (CCF), the world's most comprehensive cybersecurity and data privacy metaframework - it is also free to use. The entire concept is building secure, compliant and resilient capabilities in the most efficient and cost-effective manner possible.

    The SCF is more than just a unified control catalog, since its included content creates a playbook for Governance, Risk & Compliance (GRC) capabilities. Used globally by organizations of every size, the SCF is a robust and scalable solution for security, compliance and resilience controls. As a comprehensive security framework, the SCF maps 1,400+ controls across 200+ laws, regulations, and industry frameworks so you can implement once and comply everywhere.

    Like it or not, cybersecurity is a protracted war on an asymmetric battlefield, where the threats are everywhere and as defenders we have to make the effort to work together to help improve cybersecurity and data privacy practices, since we all suffer when massive data breaches occur or when cyber attacks have physical impacts. Hackers share information on attack methods with other hackers, so why shouldn’t the good guys share information on how to best protect an organization? We decided to take action and make a difference, since we feel it is too important to wait for someone else to fix the problems that exist.

    The SCF is made up of volunteers, mainly specialists within the cybersecurity profession, who focus on GRC and the cybersecurity side of data privacy. These are auditors, engineers, architects, incident responders, consultants and other specialists who live and breathe these topics on a daily basis. The end product is "expert-derived content" that makes up the SCF." https://securecontrolsframework.com/ 

    Terms & Conditions

    The SCF End User License Agreement (EULA) governs the use of the Secure Controls Framework® (SCF) under the Creative Commons Attribution-No Derivatives 4.0 International Public License.