+Artigo 98.o Normas técnicas de regulamentação sobre autenticação e comunicação
---+Artigo 98.o 1.
---+Artigo 98.o 2.
---+Artigo 98.o 3.
---+Artigo 98.o 4.
---+Artigo 98.o 5.
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Artigo 98.o Normas técnicas de regulamentação sobre autenticação e comunicação
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1. Visão geral
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Regulamentação |
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Artigo 98.o 1.
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A EBA elabora, em estreita cooperação com o BCE e após consultar todas as partes interessadas relevantes, inclusive no mercado dos serviços de pagamento, que reflitam todos os interesses envolvidos, projetos de normas técnicas de regulamentação destinados aos prestadores de serviços de pagamento definidos no artigo 1.o, n.o 1, da presente diretiva, nos termos do artigo 10.o do Regulamento (UE) n.o 1093/2010, que especifiquem:
a)
Os requisitos de autenticação forte do cliente a que se refere o artigo 97.o, n.o s 1 e 2;
b)
As isenções da aplicação do artigo 97.o, n.os 1, 2 e 3, baseadas nos critérios estabelecidos no n.o 3 do presente artigo;
c)
Os requisitos que as medidas de segurança têm de cumprir nos termos do artigo 97.o, n.o 3, a fim de proteger a confidencialidade e a integridade das credenciais de segurança personalizadas do utilizador de serviços de pagamento; e
d)
Os requisitos aplicáveis às normas abertas de comunicação comuns e seguras para efeitos de identificação, autenticação, notificação e informação, bem como à aplicação de medidas de segurança, entre prestadores de serviços de pagamento que gerem as contas, prestadores do serviço de iniciação do pagamento, prestadores de serviços de informação sobre contas, ordenantes, beneficiários e outros prestadores de serviços de pagamento.
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Artigo 98.o 2.
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Os projetos de normas técnicas de regulamentação a que se refere o n.o 1 são elaborados pela EBA a fim de:
a)
Assegurar um nível de segurança adequado aos utilizadores e prestadores de serviços de pagamento, através da adoção de requisitos eficazes e baseados no risco;
b)
Assegurar a segurança dos fundos e dos dados pessoais dos utilizadores de serviços de pagamento;
c)
Assegurar e manter uma concorrência leal entre todos os prestadores de serviços de pagamento;
d)
Assegurar a neutralidade tecnológica e do modelo de negócio;
e)
Permitir o desenvolvimento de meios de pagamento de fácil utilização, acessíveis e inovadores.
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Artigo 98.o 3.
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As isenções a que se refere o n.o 1, alínea b), baseiam-se nos seguintes critérios:
a)
O nível de risco do serviço prestado;
b)
O montante, a recorrência da operação, ou ambos os critérios;
c)
O canal de pagamento utilizado para a execução da operação.
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Artigo 98.o 4.
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A EBA apresenta à Comissão os projetos de normas técnicas de regulamentação a que se refere o n.o 1 até 13 de janeiro de 2017. A Comissão fica habilitada a adotar as normas técnicas de regulamentação nos termos dos artigos 10.o a 14.o do Regulamento (UE) n.o 1093/2010.
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Artigo 98.o 5.
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Nos termos do artigo 10.o do Regulamento (UE) n.o 1093/2010, a EBA revê e, se necessário, atualiza periodicamente as normas técnicas de regulamentação a fim de ter em conta, nomeadamente, a inovação e a evolução tecnológica, bem como as disposições do capítulo II do Regulamento (UE) 2022/2554.
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1.1 Referências
1.2 Requisitos identificados
1.3 Normas relacionadas
2. Requisitos identificados
Requisitos
| Fonte |
Requisito |
3. Normas relacionadas
Normas
| Fonte |
Requisito |
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SCF
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Secure Practices Alignment Justification
Description
Mechanisms exist to align the organization's Security, Compliance & Resilience Program (SCRP) with one or more industry-recognized frameworks that: (1) Support external scrutiny; and (2) Provide defensible justification for secure practices.
Possible Solutions & Considerations
Micro-Small Business (<10 staff) / BLS Firm Size Classes 1-2
∙ Informal alignment with NIST CSF 2.0, SCF CORE Fundamentals, CIS Controls or another framework that meets the organization's needs.
Small Business (10-49 staff) / BLS Firm Size Classes 3-4
∙ Formal alignment with NIST CSF 2.0, SCF CORE Fundamentals, CIS Controls or another framework that meets the organization's needs. ∙ Gap analysis documentation ∙ Written justification for framework choices.
Medium Business (50-249 staff) / BLS Firm Size Classes 5-6
∙ Formal alignment to a framework or metaframework capable of addressing security, compliance and resilience needs. ∙ Documented gap analysis and justification ∙ GRC platform alignment reports (e.g., SCFConnect)
Large Business (250-999 staff) / BLS Firm Size Classes 7-8
∙ Formal alignment to a framework or metaframework capable of addressing security, compliance and resilience needs. ∙ Regulatory mapping evidence packages ∙ GRC platform with framework comparison reporting
Enterprise (> 1,000 staff) / BLS Firm Size Class 9
∙ Formal alignment to a framework or metaframework capable of addressing security, compliance and resilience needs. ∙ External auditor validation ∙ Board-level reporting on framework compliance ∙ GRC platform with automated framework mapping
SCR-CMM
Level 0 Not Performed
Practices are non-existent, based on the inability to demonstrate an implemented and operational capability. A reasonable person would conclude the control is not being performed.
Level 1 Performed Informally
Cybersecurity & Data Protection Governance (GOV) domain capabilities are ad hoc and inconsistent. Capability criteria associated with this control may include: ▪ Policies, standards & procedures associated with GOV domain capabilities provide limited coverage due to the depth and breadth of the existing documentation. ▪ Governance-related activities are decentralized (e.g., a localized/regionalized function) and uses non-standardized methods to implement secure, resilient and compliant practices. ▪ No formal Governance, Risk & Compliance (GRC) team exists. GRC roles are assigned to existing IT/cybersecurity personnel. ▪ Cybersecurity and data protection governance is informally assigned as an additional duty to existing IT/cybersecurity personnel. ▪ Basic procedures are established for important tasks, but are ad hoc and not formally documented. ▪ No formal cybersecurity and/or data protection principles are identified for the organization. ▪ Informal recommendations are leveraged to update existing policies and standards. ▪ The responsibility for developing and operating cybersecurity and data privacy procedures are up to the business process owner(s) to determine, including the definition and enforcement of roles and responsibilities.
Level 2 Planned Tracked
Cybersecurity & Data Protection Governance (GOV) capabilities are requirements-driven, but are not standardized across the entity (e.g., local/regional level consistency). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist: ▪ Policies and standards associated with GOV domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity. ▪ Standardized Operating Procedures (SOP) associated with GOV domain capabilities are documented and maintained by process owners. ▪ IT and/or cybersecurity personnel work with business stakeholders and process owners to appropriately scope and reasonably implement cybersecurity and data protection controls associated with GOV domain capabilities to address applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD). ▪ Governance-related controls are primarily administrative and preventative in nature (e.g., policies, standards and procedures & guidelines). ▪ No formal Governance, Risk & Compliance (GRC) team exists. GRC roles are assigned to existing IT and/or cybersecurity personnel. ▪ IT and/or cybersecurity personnel ensure cybersecurity policies and standards are aligned with a leading cybersecurity framework (e.g., SCF, NIST 800-53, NIST 800-171, ISO 27002 or NIST Cybersecurity Framework).
Level 3 Well Defined
Cybersecurity & Data Protection Governance (GOV) capabilities are standardized across the entity for applicability to People, Processes, Technologies, Data and/or Facilities (PPTDF) to ensure consistency for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist: ▪ Policies and standards associated with GOV domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function. ▪ Standardized Operating Procedures (SOP) associated with GOV domain capabilities are well-documented and kept current by process owners. ▪ The entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function, is appropriately staffed and supported to implement and maintain GOV domain capabilities to address Minimum Compliance Requirements (MCR) (e.g., applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements) and Discretionary Security Requirements (DSR) (e.g., entity-required controls). ▪ Technology is leveraged to enhance the efficiency and accuracy of governance, risk management and compliance operations (e.g., GRC platform). ▪ An implemented and operational capability exists to align the organization's Security, Compliance & Resilience Program (SCRP) with one or more industry-recognized frameworks that: (1) Support external scrutiny; and (2) Provide defensible justification for secure practices.
Level 4 Quantitatively Controlled
Utilize SCR-CMM Level 3 criteria definitions: ▪ There are no defined Level 4 criteria, since it is reasonable to assume a quantitatively-controlled process is not necessary to operationalize this control. ▪ While it may be possible to develop “metrics-driven” capabilities for this control, the criteria would be organization-specific to define.
Level 5 Continuously Improving
Utilize SCR-CMM Level 3 or Level 4 (if available) criteria definitions: ▪ There are no defined Level 5 criteria, since it is reasonable to assume a continuously-improving process is not necessary to operationalize this control. ▪ Level 5 capabilities should be considered “world-class” where the control builds on Level 4 capabilities, but are continuously improving through Artificial Intelligence (AI) and/or Machine Learning (ML) technologies. ▪ While it may be possible to develop responsive capabilities for this control through the use of AI and/or ML technologies, the criteria would be organization-specific to define.
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