+Event Log & Security-Relevant Telemetry Retention
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Event Log & Security-Relevant Telemetry Retention
Description
Mechanisms exist to retain event logs and security-relevant telemetry for a time period consistent with records retention requirements to provide support for after-the-fact investigations of security incidents and to meet statutory, regulatory and contractual retention requirements.
Possible Solutions & Considerations
Micro-Small Business (<10 staff) / BLS Firm Size Classes 1-2
∙ Managed Security Services Provider (MSSP) ∙ Log retention policy (minimum 90 days online, 1 year archived) ∙ Cloud log storage (e.g., AWS S3, Azure Storage)
Small Business (10-49 staff) / BLS Firm Size Classes 3-4
∙ Managed Security Services Provider (MSSP) ∙ Log retention policy (minimum 90 days online, 1 year archived) ∙ Cloud SIEM with configurable retention
Medium Business (50-249 staff) / BLS Firm Size Classes 5-6
∙ Security Incident Event Manager (SIEM) with defined retention schedules ∙ Managed Security Services Provider (MSSP) ∙ Log archiving to cold storage (e.g., AWS S3 Glacier, Azure Archive)
Large Business (250-999 staff) / BLS Firm Size Classes 7-8
∙ SIEM with tiered log retention (hot/warm/cold storage) ∙ Log retention policy aligned to regulatory requirements (e.g., HIPAA 6 yrs, PCI DSS 1 yr) ∙ Managed Security Services Provider (MSSP)
Enterprise (> 1,000 staff) / BLS Firm Size Class 9
∙ Enterprise log retention program aligned to all applicable regulations ∙ SIEM with tiered retention (hot/warm/cold storage) ∙ Immutable log archives (e.g., AWS S3 Object Lock, Azure Blob WORM) ∙ Legal hold capability for investigation support
SCR-CMM
Level 0 Not Performed
Practices are non-existent, based on the inability to demonstrate an implemented and operational capability. A reasonable person would conclude the control is not being performed.
Level 1 Performed Informally
Continuous Monitoring (MON) domain capabilities are ad hoc and inconsistent. Capability criteria associated with this control may include: ▪ Policies, standards & procedures associated with MON domain capabilities provide limited coverage due to the depth and breadth of the existing documentation. ▪ Event monitoring-related activities are decentralized (e.g., a localized/regionalized function) and uses non-standardized methods to implement secure, resilient and compliant practices. ▪ Monitoring is primarily reactive in nature, focused on identifying incidents that occurred. ▪ Event log reviews primarily rely on manual processes to identify anomalous behaviors.
Level 2 Planned Tracked
Continuous Monitoring (MON) capabilities are requirements-driven, but are not standardized across the entity (e.g., local/regional level consistency). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist: ▪ Policies and standards associated with MON domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity. ▪ Standardized Operating Procedures (SOP) associated with MON domain capabilities are documented and maintained by process owners. ▪ IT and/or cybersecurity personnel work with business stakeholders and process owners to appropriately scope and reasonably implement cybersecurity and data protection controls associated with MON domain capabilities to address applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD). ▪ Continuous monitoring-related controls are primarily administrative and preventative in nature (e.g., policies, standards and procedures & guidelines). ▪ Continuous monitoring may be a defined function (e.g., team or department) or assigned as an additional duty to existing IT and/or cybersecurity personnel.
Level 3 Well Defined
Continuous Monitoring (MON) capabilities are standardized across the entity for applicability to People, Processes, Technologies, Data and/or Facilities (PPTDF) to ensure consistency for Technology Assets, Applications, Services and/or Data (TAASD). Capability criteria associated with this control reasonably expect the following criteria to exist: ▪ Policies and standards associated with MON domain capabilities are formally documented and centrally-managed by the entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function. ▪ Cybersecurity personnel use a structured process via Standardized Operating Procedures (SOP) to review and analyze logs. ▪ A Security Operations Center (SOC) team, or similar function, is appropriately staffed and supported to implement and maintain MON domain capabilities. ▪ Technology is leveraged to enhance the efficiency and accuracy of continuous monitoring operations (e.g., Security Incident Event Manager (SIEM)). ▪ The entity's Governance, Risk & Compliance (GRC) team, or similar function, works with business stakeholders and process owners to appropriately scope and reasonably implement cybersecurity and data protection controls associated with MON domain capabilities to address Minimum Compliance Requirements (MCR) (e.g., applicable statutory, regulatory and/or contractual requirements) and Discretionary Security Requirements (DSR) (e.g., entity-required controls). ▪ Secure Baseline Configurations (SBC) enforce security event logging to contain sufficient information to establish necessary details of activity and allow for forensics analysis. ▪ An implemented and operational capability exists to retain event logs for a time period consistent with records retention requirements to provide support for after-the-fact investigations of security incidents and to meet statutory, regulatory and contractual retention requirements.
Level 4 Quantitatively Controlled
Utilize SCR-CMM Level 3 criteria definitions: ▪ There are no defined Level 4 criteria, since it is reasonable to assume a quantitatively-controlled process is not necessary to operationalize this control. ▪ While it may be possible to develop “metrics-driven” capabilities for this control, the criteria would be organization-specific to define.
Level 5 Continuously Improving
Utilize SCR-CMM Level 3 or Level 4 (if available) criteria definitions: ▪ There are no defined Level 5 criteria, since it is reasonable to assume a continuously-improving process is not necessary to operationalize this control. ▪ Level 5 capabilities should be considered “world-class” where the control builds on Level 4 capabilities, but are continuously improving through Artificial Intelligence (AI) and/or Machine Learning (ML) technologies. ▪ While it may be possible to develop responsive capabilities for this control through the use of AI and/or ML technologies, the criteria would be organization-specific to define.
1. Visão geral
1.1 Referências
1.2 Requisitos identificados
1.3 Regulamentos relacionados
2. Requisitos identificados
Requisitos
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Requisito |
3. Regulamentos relacionados
Regulamentos
| Fonte |
Regulamentação |
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EULAW
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Artigo 19.o Registos gerados automaticamente
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EULAW
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Artigo 19.o Registos gerados automaticamente
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EULAW
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Artigo 8.o Políticas e procedimentos ao nível do funcionamento das TIC
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EULAW
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Artigo 12.o Registos
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EULAW
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Artigo 21.o Controlo do acesso
Artigo 21.o
No âmbito do seu controlo da gestão dos direitos de acesso, as entidades financeiras devem desenvolver, documentar e aplicar uma política que contenha todos os elementos seguintes:
a)
A atribuição de direitos de acesso a ativos de TIC com base nos princípios da necessidade de tomar conhecimento, da necessidade de utilizar e do menor privilégio, nomeadamente para o acesso à distância e de emergência;
b)
A segregação de funções destinada a impedir o acesso injustificado a dados críticos ou impedir a atribuição de combinações de direitos de acesso que possam ser utilizadas para contornar os controlos;
c)
Uma disposição sobre a responsabilização dos utilizadores, limitando, na medida do possível, a utilização de contas de utilizador genéricas e partilhadas e assegurando que os utilizadores sejam sempre identificáveis nas ações realizadas nos sistemas de TIC;
d)
Uma disposição em matéria de restrições de acesso a ativos de TIC, estabelecendo controlos e ferramentas para impedir o acesso não autorizado;
e)
Procedimentos de gestão das contas para conceder, alterar ou revogar direitos de acesso a contas de utilizador e a contas genéricas, nomeadamente contas de administrador genéricas, incluindo disposições relativas a todos os aspetos seguintes:
i)
atribuição de funções e responsabilidades para a concessão, revisão e revogação de direitos de acesso,
ii)
atribuição de acesso privilegiado, de emergência e de administrador com base na necessidade de utilização ou numa base ad hoc para todos os sistemas de TIC,
iii)
retirada dos direitos de acesso sem demora injustificada após a cessação do contrato de trabalho ou quando o acesso deixar de ser necessário,
iv)
atualização dos direitos de acesso sempre que sejam necessárias alterações e, pelo menos, uma vez por ano para todos os sistemas de TIC que não sejam sistemas de TIC que apoiem funções críticas ou importantes, e pelo menos a cada seis meses para os sistemas de TIC que apoiem funções críticas ou importantes;
f)
Métodos de autenticação, incluindo todos os elementos seguintes:
i)
a utilização de métodos de autenticação proporcionados à classificação estabelecida em conformidade com o artigo 8.o, n.o 1, do Regulamento (UE) 2022/2554 e ao perfil de risco global dos ativos de TIC e tendo em conta as melhores práticas,
ii)
a utilização de métodos de autenticação forte em conformidade com as melhores práticas e técnicas para o acesso remoto à rede da entidade financeira, para o acesso privilegiado e ainda para o acesso a ativos de TIC que apoiem funções críticas ou importantes ou ativos de TIC acessíveis ao público;
g)
Medidas de controlo do acesso físico, nomeadamente:
i)
a identificação e o registo de pessoas singulares autorizadas a aceder a instalações, centros de dados e áreas consideradas sensíveis identificadas pela entidade financeira onde se encontrem os ativos de TIC e de informação,
ii)
a concessão de direitos de acesso físico a ativos de TIC críticos apenas a pessoas autorizadas, de acordo com os princípios da necessidade de tomar conhecimento e do menor privilégio, e numa base ad hoc,
iii)
a monitorização do acesso físico a instalações, centros de dados e áreas consideradas sensíveis identificadas pela entidade financeira onde se encontrem os ativos de TIC e de informação ou ambos,
iv)
a revisão dos direitos de acesso físico, a fim de assegurar que os direitos de acesso desnecessários são imediatamente revogados.
Para efeitos da alínea e), subalínea i), as entidades financeiras devem estabelecer o período de conservação, tendo em conta os objetivos empresariais e de segurança da informação, o motivo para registar o evento nos registos e os resultados da avaliação do risco associado às TIC.
Para efeitos da alínea e), subalínea ii), as entidades financeiras devem utilizar, sempre que possível, contas específicas para a execução de tarefas administrativas relativas aos sistemas de TIC. Sempre que possível e adequado, as entidades financeiras devem utilizar soluções automatizadas para a gestão do acesso privilegiado.
Para efeitos da alínea g), subalínea i), a identificação e o registo devem ser proporcionados à importância das instalações, dos centros de dados e das áreas consideradas sensíveis e ao caráter crítico das operações ou dos sistemas de TIC aí localizados.
Para efeitos da alínea g), subalínea iii), a monitorização deve ser proporcionada à classificação estabelecida em conformidade com o artigo 8.o, n.o 1, do Regulamento (UE) 2022/2554 e ao caráter crítico da área acedida.
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EULAW
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Artigo 22.o Política de gestão de incidentes relacionados com as TIC
Artigo 22.o
Política de gestão de incidentes relacionados com as TIC
No âmbito dos mecanismos de deteção de atividades anómalas, incluindo problemas de desempenho das redes de TIC e incidentes relacionados com as TIC, as entidades financeiras devem desenvolver, documentar e aplicar uma política em matéria de incidentes relacionados com as TIC através da qual devem:
a)
Documentar o processo de gestão de incidentes relacionados com as TIC a que se refere o artigo 17.o do Regulamento (UE) 2022/2554;
b)
Estabelecer uma lista de contactos pertinentes com funções internas e partes interessadas externas diretamente envolvidas na segurança das operações de TIC, nomeadamente no que respeita:
i)
à deteção e monitorização de ciberameaças,
ii)
à deteção de atividades anómalas,
iii)
à gestão das vulnerabilidades;
c)
Estabelecer, aplicar e operar mecanismos técnicos, organizativos e operacionais para apoiar o processo de gestão de incidentes relacionados com as TIC, incluindo mecanismos que permitam a rápida deteção de atividades e comportamentos anómalos, em conformidade com o artigo 23.o do presente regulamento;
▼C1
d)
Conservar todos os elementos de prova relativos a incidentes relacionados com as TIC durante um período que não exceda o necessário para as finalidades para as quais os dados são recolhidos, proporcionada à criticalidade das funções operacionais, dos processos de apoio e dos ativos de TIC e de informação afetados, em conformidade com o artigo 8.o, n.o 2, do Regulamento Delegado (UE) 2024/1772 da Comissão (
2
) e com qualquer requisito de conservação aplicável nos termos do direito da União;
▼B
e)
Estabelecer e aplicar mecanismos para analisar incidentes e padrões significativos ou recorrentes relacionados com as TIC em termos de número e da ocorrência de incidentes relacionados com as TIC.
Para efeitos da alínea d), as entidades financeiras devem conservar os elementos de prova referidos nessa alínea de forma segura.
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Pedidos ligados
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"The SCF is the Common Controls Framework™ (CCF), the world's most comprehensive cybersecurity and data privacy metaframework - it is also free to use. The entire concept is building secure, compliant and resilient capabilities in the most efficient and cost-effective manner possible.
The SCF is more than just a unified control catalog, since its included content creates a playbook for Governance, Risk & Compliance (GRC) capabilities. Used globally by organizations of every size, the SCF is a robust and scalable solution for security, compliance and resilience controls. As a comprehensive security framework, the SCF maps 1,400+ controls across 200+ laws, regulations, and industry frameworks so you can implement once and comply everywhere.
Like it or not, cybersecurity is a protracted war on an asymmetric battlefield, where the threats are everywhere and as defenders we have to make the effort to work together to help improve cybersecurity and data privacy practices, since we all suffer when massive data breaches occur or when cyber attacks have physical impacts. Hackers share information on attack methods with other hackers, so why shouldn’t the good guys share information on how to best protect an organization? We decided to take action and make a difference, since we feel it is too important to wait for someone else to fix the problems that exist.
The SCF is made up of volunteers, mainly specialists within the cybersecurity profession, who focus on GRC and the cybersecurity side of data privacy. These are auditors, engineers, architects, incident responders, consultants and other specialists who live and breathe these topics on a daily basis. The end product is "expert-derived content" that makes up the SCF." https://securecontrolsframework.com/
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