+27. Para a calibração do quadro de indicadores, a instituição deve ter em conta o seguinte: a. A …
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27. Para a calibração do quadro de indicadores, a instituição deve ter em conta o seguinte: a. A …
Para a calibração do quadro de indicadores, a instituição deve ter em conta o seguinte: - a. A capacidade de recuperação global das medidas disponíveis: as instituições com uma capacidade de recuperação global mais limitada devem ponderar uma ultrapassagem dos indicadores do plano de recuperação com maior antecedência, a fim de maximizar as hipóteses de uma implementação bem-sucedida das suas medidas de recuperação mais limitadas.
- b. Os prazos e a complexidade da aplicação das medidas de recuperação, tendo em conta os dispositivos de governação, as aprovações regulamentares exigidas em todas as jurisdições relevantes e os eventuais impedimentos operacionais à execução. As instituições que contem com medidas com uma execução mais complexa e que provavelmente demorarão mais tempo a serem implementadas devem, em conformidade, calibrar os indicadores de uma forma mais conservadora, de modo a permitir um alerta com a antecedência adequada.
- c. Em que fase da crise, em termos realistas, a medida de recuperação pode ser utilizada de forma eficaz. Ao considerar este aspeto, a instituição deve ter em conta o facto de, no caso de alguns tipos de medidas, a totalidade dos benefícios poder ser difícil de alcançar mais tarde na situação de crise, ao contrário do que sucede se forem executadas mais cedo. Por exemplo, no caso da medida de recuperação de «obtenção de capital no mercado», a instituição deve considerar se e quando esta medida pode ser alcançada de forma realista. As instituições devem reconhecer que poderá tornar-se mais difícil mobilizar capital externo à medida que a instituição estiver mais perto de incumprir os seus requisitos de capital;
- d. O ritmo de deterioração numa crise. As instituições devem reconhecer que, embora o ritmo de deterioração dependa, em última análise, das circunstâncias específicas da crise, os perfis específicos das instituições, incluindo, entre outras, instituições com um modelo de negócio menos diversificado, bem como outras circunstâncias individuais, podem resultar numa deterioração mais rápida da situação financeira da instituição e na disponibilidade de um prazo mais curto para a execução das medidas de recuperação. Assim, as instituições devem igualmente ponderar a utilização de indicadores que revelem a deterioração ao longo do tempo para detetar situações em que se verifique uma deterioração rápida e substancial da situação financeira de uma instituição (por exemplo, capital). Além disso, deve ser ponderado o acompanhamento das alterações dos indicadores sempre que seja difícil definir um único momento em que seja necessária a notificação dos níveis superiores da cadeia hierárquica;
- e. O quadro de gestão de riscos da instituição (incluindo o ICAAP) e de apetite de risco. As instituições devem assegurar que a calibração dos indicadores do plano de recuperação seja coerente com o seu quadro de gestão dos riscos e de apetite risco (por exemplo, quadro de alerta, planos de contingência e de continuidade de negócio).
1. Visão geral
1.1 Referências
1.2 Requisitos identificados
1.3 Normas relacionadas
2. Requisitos identificados
Requisitos
| Fonte |
Requisito |
3. Normas relacionadas
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