+Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação (EBA/GL/2018/02)
---+1. Obrigações de cumprimento e de comunicação de informações
------+Natureza das presentes Orientações
---------+1. O presente documento contém Orientações emitidas ao abrigo do artigo 16.º do Regulamento (UE) …
---------+2. As Orientações refletem a posição da EBA sobre o que constituem práticas de supervisão adequadas …
------+Requisitos de notificação
---------+3. Nos termos do disposto no artigo 16.º , n.º 3, do Regulamento (UE) n.º 1093/2010, as autoridades …
---------+4. As notificações serão publicadas no sítio Web da EBA, em conformidade com o disposto no artigo …
---+2. Objeto, âmbito de aplicação e definições
------+Objeto e âmbito de aplicação
---------+5. As presentes Orientações especificam: (a) os sistemas a implementar pelas instituições para a …
------+Destinatários
---------+6. As presentes Orientações são dirigidas às autoridades competentes, na aceção do artigo 4.º , n.º …
------+Definições
---------+7. Salvo disposição em contrário, os termos utilizados e definidos na Diretiva 2013/36/UE e no …
---+3. Execução
------+Data de aplicação
---------+8. As autoridades competentes devem assegurar que as instituições aplicam as presentes Orientações …
------+Disposições transitórias
---------+9. Estas disposições específicas das Orientações estão sujeitas às seguintes disposições …
------+Revogação
---------+10. São revogadas as seguintes Orientações, com efeitos a partir de 30 de junho de 2019 …
---+4. Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação
------+4.1 Disposições gerais
---------+11. As instituições devem encarar o IRRBB como um risco relevante, o qual deve ser sempre avaliado …
---------+12. As instituições devem identificar as suas exposições ao IRRBB e assegurar a sua adequada …
---------+13. As instituições devem gerir e mitigar os riscos decorrentes das suas exposições ao IRRBB que …
---------+14. Ao calcular o impacto dos movimentos da taxa de juro na perspetiva dos resultados, as …
---------+15. A variação dos resultados deve corresponder à diferença entre os resultados esperados num …
---------+16. As instituições devem considerar as exposições não produtivas (líquidas de provisões) como …
---------+17. As instituições devem considerar os derivados de taxa de juro, assim como os elementos …
---------+18. As instituições devem monitorizar e avaliar as suas exposições ao CSRBB, por referência ao …
---------+19. De forma proporcional, ao aplicarem as presentes Orientações, as instituições devem identificar …
---------+20. Com base na avaliação da exposição atual e futura ao IRRBB, as instituições devem ter em conta …
---------+21. No que se refere à implementação das presentes Orientações, além da sua exposição atual e …
------+4.2 Identificação, cálculo e afetação do capital
---------+22. Ao avaliarem os montantes, os tipos e a distribuição de capital interno nos termos do artigo …
---------+23. As instituições devem demonstrar que o seu capital interno é proporcional ao nível de IRRBB …
---------+24. No âmbito do processo de avaliação da adequação do capital interno (ICAAP), ao analisarem o …
---------+25. As instituições não devem basear-se apenas na avaliação prudencial da adequação do capital para …
---------+26. As avaliações da adequação do capital para o IRRBB devem ter em conta o seguinte: (a) a …
---------+27. Os resultados da adequação do capital para IRRBB devem ser tidos em conta no ICAAP da …
---------+28. A fim de calibrar o montante de capital interno a afetar ao IRRBB, as instituições devem …
---------+29. As instituições que operam modelos de capital económico devem assegurar-se de que a afetação de …
---------+30. Ao considerar se deve ser efetuada uma afetação de capital interno no que respeita ao IRRBB aos …
---------+31. As instituições devem ponderar efetuar ajustamentos das reservas de capital interno quando os …
------+4.3 Sistemas de governo
---------+32. A estratégia relativa ao IRRBB da instituição, incluindo a apetência pelo risco relativamente …
---------+33. No que respeita ao IRRBB, a apetência da instituição pelo risco deve ser expressa em termos de …
---------+34. A estratégia global para o IRRBB deve ainda determinar até que ponto o modelo de negócio deve …
---------+35. Antes de procederem à utilização de novos produtos ou à execução de novas atividades ou …
---------+36. As instituições que utilizam instrumentos derivados para reduzir as exposições ao IRRBB devem …
---------+37. As instituições que utilizam modelos de comportamento dos clientes na medição do seu IRRBB …
---------+38. Ao tomarem decisões em matéria de atividades de cobertura, as instituições devem estar cientes …
---------+39. Instituições que consolidem devem assegurar-se de que os sistemas e processos de governo …
---------+40. Tendo em vista a existência de sistemas de governo interno nos termos dos artigos 74.º e 88.º …
---------+41. O órgão de administração deve, em especial, responsabilizar-se pelo seguinte: (a) Compreender a …
---------+42. As instituições devem dispor de mecanismos e procedimentos para qualquer delegação da …
---------+43. As instituições devem articular a sua apetência pelo risco IRRBB em termos de risco para o …
---------+44. As instituições devem implementar limites que visem manter as exposições ao IRRBB consistentes …
---------+45. Deve estar implementado um sistema para monitorizar a evolução das estratégias de cobertura que …
---------+46. O órgão de administração deve, com base na sua estratégia global para o IRRBB, implementar …
---------+47. As instituições devem possuir políticas sólidas, documentadas e bem fundamentadas, as quais …
---------+48. Todas as políticas de IRRBB devem ser revistas regularmente, pelo menos uma vez por ano, e …
---------+49. A fim de assegurar que as políticas e procedimentos de gestão do IRRBB da instituição continuam …
---------+50. O órgão de administração ou os seus delegados devem assegurar que as atividades de análise e de …
---------+51. No que diz respeito às políticas e procedimentos de controlo do IRRBB, as instituições devem …
---------+52. As instituições devem realizar revisões e avaliações periódicas dos seus sistemas de controlo …
---------+53. As instituições devem certificar-se de que os seus processos de identificação, medição …
---------+54. Os sistemas e aplicações de TI utilizados na instituição para executar, processar e registar as …
---------+55. O sistema de TI e o sistema de operações devem ser adequados para registar o perfil de …
---------+56. Os sistemas utilizados para medir o IRRBB devem ser adequados para captar as características de …
---------+57. No que respeita aos produtos complexos e estruturados, em particular, o sistema de operações …
---------+58. Devem estar implementados controlos organizacionais adequados aos sistemas de TI para impedir a …
---------+59. Os indicadores de risco devem ser baseados em dados internos e de mercado fiáveis. As …
---------+60. Para assegurar a elevada qualidade dos dados, as instituições devem implementar processos …
---------+61. Nos casos em que as instituições aloquem fluxos de caixa para diferentes horizontes temporais …
---------+62. As instituições devem identificar potenciais motivos para a ocorrência de discrepâncias e …
---------+63. As instituições devem estabelecer processos adequados para assegurar que os dados utilizados …
---------+64. Os sistemas de comunicação de riscos internos das instituições devem fornecer informações …
---------+65. Os relatórios internos devem ser fornecidos ao órgão de administração ou aos seus delegados …
---------+66. Os relatórios IRRBB devem fornecer informações agregadas bem como pormenores suficientes para …
---------+67. Os relatórios IRRBB devem incluir regularmente os resultados das auditorias e revisões de …
---------+68. Embora os tipos de relatórios dirigidos ao órgão de administração ou seus delegados variem com …
---------+69. Com base nos relatórios referidos, o órgão de administração ou os seus delegados devem …
---------+70. O sistema de medição interna deve produzir relatórios num formato que permita aos diferentes …
---------+71. As instituições devem assegurar-se de que a validação dos métodos de medição do IRRBB (que …
---------+72. O sistema de validação deve incluir os seguintes quatro elementos principais: (a) avaliação da …
---------+73. Ao abordar as atividades previstas de validação inicial e contínua, a política deve estabelecer …
---------+74. A gestão do risco do modelo no que respeita às medições do IRRBB deve seguir uma abordagem …
---------+75. Os resultados da revisão e validação e as eventuais recomendações sobre a utilização do modelo …
---------+76. O processo de revisão contínua deve estabelecer um conjunto de situações excecionais que …
---------+77. Um modelo aprovado pode ser alterado ou revogado com base nas observações e nas novas …
---------+78. As instituições podem basear-se em modelos IRRBB de terceiros para gerir e controlar o IRRBB …
---------+79. O processo de validação deve incluir os dados de entrada ou pressupostos dos modelos …
------+4.4 Medição
---------+80. As instituições devem utilizar sistemas de medição interna (IMS) sólidos que abranjam todos os …
---------+81. As instituições devem medir a sua exposição ao IRRBB em termos de eventuais alterações do valor …
---------+82. Se as margens comerciais e outros componentes de spread forem excluídos dos indicadores de …
---------+83. No cálculo dos indicadores de resultados, as instituições devem incluir as margens comerciais.
---------+84. As instituições devem considerar as exposições não produtivas (líquidas de provisões) como …
---------+85. Ao medirem a sua exposição ao IRRBB, as instituições não devem basear-se exclusivamente no …
---------+86. As instituições não devem basear-se num único indicador do risco, mas antes utilizar uma vasta …
---------+87. As limitações de cada modelo e instrumento quantitativo utilizado devem ser plenamente …
---------+88. As instituições devem identificar e medir todas as componentes do IRRBB. A fim de identificar …
---------+Quadro 1: Identificação das subcomponentes do risco de taxa de juro na carteira bancária
---------+Componente Método Foco
------------+89. Para medir e monitorizar o IRRBB, as instituições devem usar, pelo menos, um indicador de …
------------+90. Pelo menos trimestralmente e com maior frequência em alturas de maior volatilidade da taxa de …
------------+91. As instituições devem também ponderar a aplicação de uma abordagem condicional ou incondicional …
------------+92. As instituições devem avaliar as exposições em cada moeda em que detenham posições. No que diz …
------------+93. Ao definirem cenários de choque sobre taxas de juro, as instituições devem ter em conta o …
------------+94. Em contexto de taxas de juro reduzidas, as instituições devem também considerar cenários de …
------------+95. Os resultados dos cenários de choque devem contribuir para a tomada de decisões ao nível de …
------------+96. Os testes de esforço em matéria de IRRBB devem ser considerados no ICAAP, onde as instituições …
------------+97. Os testes de esforço em matéria de IRRBB devem ser realizados regularmente, pelo menos uma vez …
------------+98. O quadro de testes de esforço em matéria de IRRBB deve incluir objetivos claramente definidos …
------------+99. Nos testes de esforço alargados a toda a organização , deve ser prevista a interação do IRRBB …
------------+100. As instituições devem realizar testes de esforço inversos, a fim de: i) identificar cenários …
------------+101. Para efeitos de determinação das vulnerabilidades em condições de esforço, as instituições …
------------+102. Os resultados dos cenários de esforço devem contribuir para a tomada de decisões ao nível de …
------------+103. Para efeitos de medição do IRRBB, as instituições devem compreender plenamente e documentar os …
------------+104. Em relação aos indicadores do IRRBB baseados no valor económico e nos resultados, as …
------------+105. Uma vez que as condições de mercado, o ambiente concorrencial e as estratégias variam ao longo …
---------+Componente Método Foco
------------+106. Para efeitos de avaliação das implicações desta opcionalidade, as instituições devem ter em …
------------+107. As instituições devem aplicar políticas destinadas a definir e avaliar periodicamente os …
---------+c) Pressupostos relativos ao capital próprio utilizados no plano de negócios
------------+108. Ao estabelecer pressupostos comportamentais sobre as contas sem datas de reavaliação …
---------+c) Corporate planning assumptions for own equity capital
------------+109. Se as instituições decidirem adotar uma política destinada a estabilizar os resultados obtidos …
------------+110. Ao decidir os pressupostos relativos ao prazo de investimento do capital próprio, as …
------------+111. Os pressupostos relativos ao prazo de investimento utilizados para gerir os riscos para os …
------------+112. Caso não tenha definido pressupostos explícitos para o prazo de investimento do capital …
------+4.5 Teste de outlier
---------+113. As instituições devem calcular, pelo menos trimestralmente, o impacto de uma variação paralela …
---------+114. Pelo menos trimestralmente, as instituições devem calcular o impacto dos choques de taxa de …
---------+115. No cálculo das alterações ao EVE para efeitos dos n. os 113 e 114, as instituições devem, em …
---------+116. Ao calcularem o impacto do teste de outlier no EVE, as instituições devem utilizar os métodos …
---+Anexo I — Métodos de medição do IRRBB
---+Anexo II — Matriz de sofisticação para medição do IRRBB
---+Anexo III — Cenários dos choques standard sobre as taxas de juro
------+1. Cenários de choque sobre as taxas de juro e magnitude dos choques
------+2. Calibração de outras moedas
------+3. Parametrização de cenários de choque standard sobre as taxas de juro
English - European Union - Financial Industry -

Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação (EBA/GL/2018/02)

Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação (EBA/GL/2018/02)

https://www.eba.europa.eu/activities/single-rulebook/regulatory-activities/supervisory-review-and-evaluation-process-srep-and-pillar-2/guidelines-technical-aspects-management-interest-rate-risk-arising-non-trading-activities-under – PDF

1. Visão geral

,
Título Regulamentação
1. Obrigações de cumprimento e de comunicação de informações

1. Obrigações de cumprimento e de comunicação de informações

2. Objeto, âmbito de aplicação e definições

2. Objeto, âmbito de aplicação e definições

3. Execução

3. Execução

4. Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação

4. Orientações relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de atividades não incluídas na carteira de negociação

Anexo I — Métodos de medição do IRRBB
Modelização dos Métrica fluxos de caixaDescrição A análise de desvios agrupa todos os instrumentos relevantesRiscos Limitações da métrica utilizada abrangidos • A métrica mostra o risco de
Com resultados: base nossensíveis temporais à predefinidas taxa de juro por num prazo determinado remanescente número de maturidade de bandas ouRisco de desvio • desvio Baseia-se apenas no pressuposto linearmente. de que
• Análise dereavaliação contratualmente de ou taxa, com base os quais em pressupostos podem ser comportamentais. determinados(apenas deslocações risco de todas determinada as banda posições temporal numa se
desvios: Desvio de incondicionais Fluxos de caixa reavaliaçãoCalcula as posições líquidas («desvios») em cada banda temporal. Mostra a alteração dos resultados líquidos de juros resultantes da variação pela variação da curva da taxa de rendimentos, de juro. multiplicando cada posição líquidaparalelas da vencem ou são reavaliadas curva) simultaneamente. • base Não e permite o risco de medir opção. o risco de
(parte-se do princípio que o prazo remanescente de maturidade ou reavaliação de taxa Valor dos independente fluxos de caixa de é económico: • Análise daA duração modificada mostra a alteração relativa do valor atual líquido de um instrumento financeiro devido a variações marginais paralelas de um ponto percentual da curva de rendimentos. A duração modificada do capital próprio mede a exposição da carteira bancária da instituição ao risco de desvio. O PV01 do capital próprio é exprime calculado a alteração a partir absoluta da duração do valor modificada do capital do próprio capital resultante próprio e• Aplica-se apenas a variações marginais da curva de rendimentos. Na presença de convexidades, o impacto de movimentos pode subestimar mais
um cenário duração: específico de taxas Duração de juro) modificada/ PV01 dode uma variação paralela de um ponto base (0,01%) na curva de rendimentos. O ponto de partida consiste em agrupar todos os fluxos de caixa dosRisco de desvio significativos das taxas de juro. (apenas risco • Aplica-se apenas a variações paralelo) paralelas da curva de
capital própriocada instrumentos tipo de instrumento, sensíveis a taxas é selecionada de juro em uma bandas curva temporais. de rendimentos Para adequada. A duração modificada de cada instrumento é calculada a partir da alteração do seu valor atual líquido provocada por uma variação paralela de 1 ponto percentual na curva de rendimentos. A duração modificada do capital próprio é calculada multiplicando a duração modificada dos ativos pelo valor dos ativos e dividindo o• rendimentos. Não permite medir a opção de risco e, na melhor das hipóteses, deteta apenas parcialmente o risco de base.
Modelização dos Métrica fluxos de caixaDescrição resultado pelo capital próprio menos a duração modificada do passivo multiplicada pelo valor do passivo dividido pelo capital próprio. O PV01 do capital próprio é calculado multiplicando a duração modificada do capital próprio pelo valor do capital próprio (ou seja, ativos menos passivos) e dividindo por 10 000 para obter a variação de valor em pontos base. A duração modificada parcial de um instrumento num determinado horizonte temporal é calculada da mesma forma que a duração modificada acima descrita, à exceção do facto de não se aplicar uma variação paralela à totalidade da curva de rendimentos, mas apenasRiscos Limitações da métrica utilizada abrangidos • Aplica-se apenas a variações marginais das taxas de juro. Na
• Duração modificada parcial/PV01 parcialao segmento correspondente ao horizonte temporal pretendido. Estes indicadores parciais mostram a sensibilidade do valor de mercado da carteira bancária a uma variação marginal da curva de rendimentos em determinados segmentos de prazos de vencimento. A cada indicador parcial de tempo é possível aplicar uma variação de dimensão diferente, através da qual é possível calcular o efeito da alteração da forma da curva de rendimentos na totalidade da carteira.Risco de desvio presença de convexidades, pode (risco paralelo e subestimar o impacto de não paralelo) movimentos mais significativos das taxas de juro. • Não permite medir o risco de base e o risco de opção.
Fluxos de caixa parcial ou Com base nos totalmente resultados: dependentes do Foco na cenário de taxas de componente juro (pressupõe-se do que o prazo rendimento remanescente maturidade ou de líquido juros (NII): deA mudança no NII é um indicador baseado nos resultados e mede a variação dos rendimentos líquidos de juros num determinado horizonte temporal (geralmente 1-5 anos) provocada por uma alteração súbita ou gradual das taxas de juro. O ponto de partida é a afetação de todos os fluxos de caixa dos instrumentos sensíveis às taxas de juro em bandas temporais (granulares) (ou, nos sistemas mais sofisticados, utilizando as datas exatas de reavaliação de cada posição).Risco de desvio (paralelo e não paralelo), risco de base e, desde que todos os • Sensibilidade do resultado aos fluxos de caixa pressupostos de modelização e sejam comportamento dependentes cenário, do • Complexidade
reavaliação dos fluxos de de caixa taxa • Variação noO da cenário instituição de base para para prever os o cálculos volume, reflete o preço o e atual a data plano de reavaliação de negóciotambém risco de
de opções, dos NIIdas futuras transações comerciais. As taxas de juro utilizadas paraopção.
instrumentos comcalcular os fluxos de caixa futuros no cenário de base são obtidas a
Modelização dos Métrica fluxos de caixa opções embutidas, opções explícitas e — em abordagens mais sofisticadas — dos instrumentos cujo maturidade depende do comportamento dos clientes, é modelado de forma condicional ao cenário da taxa de juro considerado)Descrição partir de taxas a prazo ( forward) , aplicando spreads adequados ou as taxas de mercado esperadas aos diferentes instrumentos. Para avaliarem a magnitude potencial das variações no NII, os bancos utilizam pressupostos e modelos que lhes permitem prever a trajetória das taxas de juro, a amortização dos ativos, dos passivos e dos elementos extrapatrimoniais existentes, bem como a sua potencial substituição. Os indicadores baseados nos resultados podem ser diferenciados de acordo com a sofisticação da previsão dos futuros fluxos de caixa: nos modelos simples de amortização presume-se que os ativos e passivos existentes vencem sem serem substituídos; nos modelos de balanço estático presume-se que os ativos e passivos vencidos são substituídos por instrumentos idênticos; já os modelos de caixa de fluxo dinâmicos e mais complexos refletem a resposta do negócio a diversos contextos de taxa de juro na dimensão e composição da carteira bancária. Todos os indicadores baseados nos resultados podem ser utilizados num cenário ou numa análise estocástica. Os resultados em risco (EaR) são um exemplo desta última análise, medindo a alteração máxima do NII a um determinado nível de confiança.Riscos Limitações da métrica utilizada abrangidos Risco de desvio • Sensibilidade do resultado aos
Valor económico: Foco económico no valor dotodos A extrapatrimoniais das bancária variação taxas os são de do fluxos detidas EVE juro, da corresponde de assumindo até carteira caixa à maturidade. bancária dos que à variação ativos, todas resultante do as passivos valor posições de atual uma e da elementos líquido alteração carteira de(paralelo paralelo), de que base todos e, e desde risco não os • pressupostos comportamento aplicam Os indicadores pressupostos de estocásticos, modelização que de e
capital próprio (EVE) • Variação EVE doO risco de taxa de juro pode ser avaliado através do s ∆EVE para cenários ∆ valor EVE económico nas específicos simulações em de de risco taxas Monte (EVaR) de juro Carlo é ou um ou através exemplo simulações da destas distribuição históricas. últimas, de Ofluxos de caixa distribuição, podem não sejam conseguir captar os riscos de dependentes cenário, também risco do de • cauda, linearização O método nem de a ausência reavaliação de opção. integral por simulação de Monte
Modelização dos Métrica fluxos de caixaDescrição medindo a variação máxima do valor do capital próprio num determinado nível de confiança.Riscos Limitações da métrica utilizada abrangidos Carlo é exigente em termos de computação e pode ser difícil de interpretar («caixa negra») • Complexidade
Anexo II — Matriz de sofisticação para medição do IRRBB

As instituições devem aplicar, no mínimo, o nível de sofisticação indicado no quadro abaixo correspondente à sua categorização ao abrigo das Orientações SREP na mensuração do risco. Se a complexidade ou a diversidade do modelo de negócio de uma instituição for significativa, a instituição deve, não obstante a sua dimensão, aplicar e pôr em prática medidas de risco que correspondam ao seu modelo de negócio específico e que captem de forma adequada todas as sensibilidades. Todas as sensibilidades significativas às alterações das taxas de juro devem ser devidamente captadas, incluindo a sensibilidade aos pressupostos comportamentais.

As instituições que oferecem produtos financeiros que contêm opções embutidas devem utilizar sistemas de medição que captem adequadamente a dependência das opções relativamente às alterações das taxas de juro. As instituições com produtos que oferecem opcionalidade comportamental aos clientes devem utilizar métodos adequados de modelização dos fluxos de caixa condicionais para quantificar o IRRBB no que se refere às alterações do comportamento dos clientes suscetíveis de ocorrer em diferentes cenários de esforço da taxa de juro.

As quatro categorias indicadas no quadro de sofisticação infra refletem a categorização das instituições estabelecida nas Orientações SREP da EBA. As diferentes categorias refletem dimensões e estruturas diferentes, além da natureza, âmbito e complexidade das atividades das instituições, correspondendo à categoria 1 as instituições mais sofisticadas.

Indicadores e modelização do IRRBBExpectativas indicativas de supervisão no que diz respeito aos indicadores e modelização do IRRBB em função da categoria de sofisticação da instituição
Modelização dos MétricaInstituição de Instituição de Instituição de Instituição de
Anexo III — Cenários dos choques standard sobre as taxas de juro

Anexo III — Cenários dos choques standard sobre as taxas de juro

1.1 Referências

1.2 Requisitos identificados

1.3 Normas relacionadas

2. Requisitos identificados

Requisitos
Fonte Requisito

3. Normas relacionadas

Normas
Fonte Requisito

Pedidos ligados

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