+4. Testes de esforço das instituições
---+4.1 Programa de testes de esforço
------+12. As instituições devem dispor de um programa de testes de esforço que abranja, pelo menos, o …
------+13. As instituições-mãe num Estado-Membro e as instituições-mãe na UE devem também desenvolver um …
------+14. Aquando da criação dos seus programas de testes de esforço individuais, as instituições devem …
------+15. As instituições devem também incluir os reverse stress tests e os cenários de reverse stress …
------+16. As instituições devem assegurar que os seus programas de testes de esforço são viáveis e …
------+17. As instituições devem avaliar regularmente os seus programas de testes de esforço para …
------+18. As instituições devem assegurar que a sua análise quantitativa, em conformidade com o número …
------+19. Ao avaliar o programa de testes de esforço, a instituição deve considerar, pelo menos, os …
------+20. O programa de testes de esforço da instituição deve ser devidamente documentado para todos os …
------+21. O comité de risco e os auditores internos devem desafiar o programa de testes de esforço da …
------+22. As instituições devem assegurar, tanto para a conceção inicial como para a avaliação do …
---+4.2 Aspetos relativos à governação dos testes de esforço
------+23. O órgão de administração deve aprovar o programa de testes de esforço da instituição e …
------+24. Sem prejuízo do requisito previsto no artigo 91.º, n.º 1, da Diretiva 2013/36/UE , ao abrigo do …
------+25. O órgão de administração deve compreender os aspetos materiais do programa de testes de esforço …
------+26. O programa de testes de esforço deve ser executado em conformidade com as políticas e os …
------+27. As instituições devem assegurar que todos os elementos do programa de testes de esforço …
------+28. As instituições devem assegurar que o programa de testes de esforço seja efetivamente …
------+29. O programa de testes de esforço deve fazer parte integrante do modelo de gestão de riscos da …
------+30. O órgão de administração deve ter em conta os resultados dos testes de esforço, em especial no …
------+31. Os resultados dos testes de esforço (quantitativos e qualitativos) devem ser utilizados como …
------+32. Para que tenham significância como parte do sistema de gestão de riscos de uma instituição, é …
---+4.3 Infraestrutura de dados
------+33. As instituições devem assegurar o apoio do programa de testes de esforço por parte de uma …
------+34. De forma a assegurar a existência de uma infraestrutura de dados adequada, as instituições …
------+35. As instituições devem assegurar que a sua infraestrutura de dados é capaz de captar as grandes …
------+36. As instituições devem garantir que a infraestrutura de dados permite flexibilidade e os níveis …
------+37. As instituições devem assegurar que a sua infraestrutura de dados é proporcional à sua …
------+38. As instituições devem dedicar recursos humanos, financeiros e materiais suficientes para …
------+39. As instituições devem também considerar a infraestrutura de dados dos testes de esforço como …
------+40. As instituições devem conservar e manter atualizados dados precisos e fiáveis relativos aos …
------+41. As instituições devem assegurar que a sua agregação dos dados de risco é exata, íntegra …
------+42. As instituições devem assegurar a agregação dos dados numa base amplamente automatizada para …
------+43. As instituições devem ser capazes de garantir a exaustividade dos dados de risco. Para esse …
------+44. As instituições devem ser capazes de apresentar atempadamente informações de risco agregadas …
------+45. As instituições devem poder gerar dados agregados para satisfazer uma vasta gama de pedidos de …
------+46. As instituições devem assegurar que o seu processo de reporte de risco: a) é completamente …
---+4.4 Âmbito e cobertura dos testes de esforço
------+47. Os testes de esforço devem considerar todos os tipos de riscos significativos, tendo em conta …
------+48. Os testes de esforço devem captar os riscos a vários níveis numa instituição. A este respeito …
------+49. Os testes de esforço devem ter em conta as alterações nas correlações entre os tipos de risco e …
------+50. As instituições devem realizar testes de esforço ao nível de uma carteira individual …
------+51. As instituições devem garantir que as carteiras e as unidades ou linhas dede negócio são objeto …
------+52. Em especial, ao considerar concentrações inter-riscos, as instituições devem agregar os …
------+53. Para proporcionar uma visão completa e global dos riscos da instituição, para além dos testes …
------+54. Deve ser tido em conta o seguinte: a) os riscos a nível da instituição podem não estar bem …
------+55. Um grupo ou instituição internacionalmente ativo deve também realizar testes de esforço ao …
---+4.5 Proporcionalidade
------+56. Em conformidade com o princípio da proporcionalidade, o programa de testes de esforço de uma …
------+57. Quando desenvolvem e implementam um programa de testes de esforço, as instituições devem ter em …
------+58. Para efeito da aplicação do princípio da proporcionalidade e a fim de assegurar a aplicação …
---+4.6 Tipos de testes de esforço
------+59. A conceção, a complexidade e o grau de pormenorização específicos das metodologias de teste de …
------+60. As instituições devem considerar a fase do ciclo económico aquando da conceção de metodologias …
------+61. As instituições devem identificar mecanismos adequados, significativos e robustos para tradução …
------+62. A ligação entre os fatores de risco de esforço e os parâmetros de risco deve basear-se na …
------+63. Devido à complexidade envolvida na modelização de fatores/cenários de risco hipotéticos e …
------+64. Aquando da interpretação dos resultados, é necessário compreender, comunicar de forma clara e …
------+65. As instituições devem avaliar possíveis interações não lineares entre fatores de risco e …
------+66. As instituições devem realizar análises de sensibilidade ao nível das exposições, carteiras ou …
------+67. As instituições devem identificar fatores de risco relevantes em vários níveis de aplicação dos …
------+68. Como um passo importante na sua análise para deteção de não linearidades e de efeitos de …
------+69. Nos casos em que existam incertezas quanto à solidez da dependência estimada entre os fatores …
------+70. As análises do fator de risco único devem ser complementadas por análises simples dos fatores …
------+71. As instituições devem manter uma lista dos fatores de risco identificados. 4.6.3 Análise de …
------+72. As instituições devem garantir que as análises de cenários sejam uma parte essencial dos seus …
------+73. A conceção dos cenários de teste de esforço deve basear-se em acontecimentos históricos, mas …
------+74. É necessário considerar um conjunto de cenários para abranger diferentes eventos e graus de …
------+75. As instituições devem assegurar que os seus cenários de teste de esforço cumpram, no mínimo, os …
------+76. As instituições devem determinar o horizonte temporal dos testes de esforço, em conformidade …
------+77. As instituições devem assegurar que: a) os testes de esforço consideram explicitamente …
------+78. As instituições devem proceder a avaliações qualitativas dos efeitos de esforço de segunda …
------+79. As instituições devem garantir que os testes de esforço se baseiam em cenários rigorosos mas …
------+80. As instituições devem garantir que são considerados vários graus de severidade, tanto para a …
------+81. As instituições devem assegurar que a severidade é definida tendo em conta as vulnerabilidades …
------+82. As instituições devem garantir que os seus cenários avaliam alterações absolutas e relativas de …
------+83. Para avaliar o grau de gravidade adequado dos cenários, as instituições devem também …
------+84. As instituições devem realizar reverse stress tests adequados no âmbito do programa de testes …
------+85. As instituições devem incluir cenários identificados através dos reverse stress tests para …
------+86. Aquando da realização dos seus reverse stress tests , as instituições devem também ponderar se …
------+87. As instituições devem utilizar reverse stress tests como um instrumento regular de gestão de …
------+88. No âmbito do seu planeamento de negócio e da gestão de risco, as instituições devem utilizar …
------+89. As instituições devem utilizar reverse stress tests no planeamento e no processo de decisão e …
------+90. Nos casos em que os reverse stress tests revelem que o risco de incumprimento do modelo de …
------+91. As instituições com modelos de negócio específicos, como as empresas de investimento, devem …
------+92. Aquando da realização de reverse stress tests em conformidade com os artigos 177.º, 290.º, n.º …
------+93. No desenvolvimento de uma narrativa bem definida dos reverse stress tests , as instituições …
------+94. As instituições devem efetuar análises quantitativas e mais sofisticadas, tendo em conta a …
------+95. As instituições devem, quando apropriado, utilizar análises de sensibilidade como ponto de …
------+96. As instituições devem utilizar os reverse stress tests como um instrumento para recolher pontos …
------+97. As instituições devem desenvolver cenários de dificuldades macroeconómicas e financeiras …
------+98. Devido aos diferentes objetivos dos dois conjuntos de reverse stress tests , os testes de …
------+99. As instituições devem utilizar reverse stress tests para apoiar o desenvolvimento, a avaliação …
------+100. As instituições devem utilizar reverse stress tests para identificar os fatores de risco …
------+101. Os reverse stress tests devem contribuir para os cenários do plano de recuperação mediante a …
---+4.7 Áreas de risco individuais
------+102. As instituições devem assegurar que os testes de esforço de risco individual sejam …
------+103. As instituições devem ter em conta, a nível individual, o impacto de efeitos de segunda ordem …
------+104. As instituições devem analisar, pelo menos, os seguintes elementos: a) a capacidade do devedor …
------+105. As instituições devem garantir que os respetivos testes de esforço ao risco de crédito …
------+106. As instituições devem envidar esforços para determinar fatores de risco específicos e definir …
------+107. As instituições devem assegurar que o risco de crédito é avaliado a vários níveis de cenários …
------+108. As instituições devem submeter os fatores de risco a análises de sensibilidade, que, por sua …
------+109. As instituições devem aplicar horizontes temporais diferentes aquando da aplicação dos seus …
------+110. Aquando dos testes de esforço a garantias financeiras, as instituições devem identificar as …
------+111. Na conceção dos cenários, as instituições devem ter em conta o impacto de acontecimentos de …
------+112. As instituições devem quantificar o impacto do cenário em termos de perdas de crédito (ou …
------+113. As instituições devem considerar, sempre que possível, os seguintes parâmetros relevantes: A …
------+114. Para a estimativa de perdas futuras em testes de esforço, as instituições devem, se aplicável …
------+115. Para o cálculo da EAD, uma instituição deve também considerar um fator de conversão de crédito …
------+116. As instituições devem aplicar, na medida do necessário, abordagens do modelo interno de risco …
------+117. Ao avaliar os seus riscos para contrapartes alavancadas ou entidades do sistema bancário …
------+118. As instituições devem ter em conta os riscos de titularização decorrentes de produtos de …
------+119. As instituições devem assegurar que os testes de esforço dos ativos titularizados cobrem o …
------+120. É necessário ter cuidadosamente em conta a sensibilidade a efeitos sistémicos no mercado que …
------+121. Os testes de esforço devem abordar todas as disposições contratuais relevantes, o impacto …
------+122. Os cenários devem também considerar o incumprimento de uma ou mais das contrapartes …
------+123. Se a instituição recorrer a notações externas para avaliar o risco dos produtos titularizados …
------+124. Aquando da conceção da abordagem de testes de esforço, as instituições devem ter em conta o …
------+125. As instituições devem ter em conta o risco de mercado, nomeadamente os riscos derivados de …
------+126. As instituições devem realizar testes de esforço para as suas posições em instrumentos …
------+127. As instituições devem aplicar um conjunto de cenários severos, mas plausíveis, para todas as …
------+128. Aquando da calibração destes testes de esforço, as instituições devem ter em conta, pelo …
------+129. Uma vez que os instrumentos e as estratégias de negociação evoluem com o tempo, as …
------+130. As instituições devem desenvolver uma abordagem adequada para captar a subestimação do tail …
------+131. As instituições devem, em particular: a) avaliar as consequências das principais perturbações …
------+132. As instituições devem estar cientes de que os parâmetros de risco relevantes relacionados com …
------+133. A fim de salientar os parâmetros de risco relevantes, as instituições devem utilizar o efeito …
------+134. Uma vez que as perdas operacionais podem induzir efeitos de segunda-ordem (por exemplo, risco …
------+135. Os fatores de risco idiossincrático devem também ser explorados e contribuir para a conceção …
------+136. Aquando da determinação da sua exposição ao risco operacional, as instituições devem ter em …
------+137. As instituições devem analisar cuidadosamente a possível interação das perdas de risco …
------+138. A análise dos acontecimentos dos testes de esforço deve envolver o parecer de peritos, de modo …
------+139. As instituições devem conceber eventos de esforço severos mas plausíveis. Os pressupostos …
------+140. As instituições devem desenvolver o seu programa de testes de esforço com base em dados …
------+141. As instituições devem ter em conta que o risco relacionado com a conduta, enquanto parte do …
------+142. Nos seus testes de esforço, as instituições devem avaliar a relevância e o significado das …
------+143. Ao avaliar o risco ligado à conduta, as instituições devem ter em conta a) a incerteza em …
------+144. Para ter em conta o risco de as provisões serem insuficientes ou incoerentes em matéria de …
------+145. As instituições devem recolher e analisar informações quantitativas e qualitativas sobre a …
------+146. Nos casos raros em que uma instituição não consegue fornecer uma estimativa para um risco …
------+147. Os testes de esforço devem, sempre que adequado, ser utilizados para avaliar perdas extremas …
------+148. As instituições devem formar uma opinião sobre as perdas inesperadas que podem ter origem em …
------+149. As instituições devem ter em conta que os riscos de liquidez ou de financiamento surgem quando …
------+150. As instituições devem ter em conta o facto de os riscos de liquidez ou de financiamento …
------+151. As instituições devem analisar e medir os fatores de risco relacionados tanto com elementos …
------+152. A análise das instituições relativamente aos fatores de risco deve ter em conta, entre outros …
------+153. As instituições devem submeter estes fatores de risco a análises de sensibilidade que, por sua …
------+154. As instituições devem aplicar os seguintes três tipos de cenários de esforço: um cenário …
------+155. As instituições devem conceber diferentes horizontes temporais nos seus testes de esforço: os …
------+156. As instituições devem combinar o esforço do risco de liquidez a curto e médio prazo com um …
------+157. As instituições devem conceber um conjunto de pressupostos de comportamentos adversos para os …
------+158. Na conceção dos cenários, as instituições devem ter em conta o impacto de eventos de esforço …
------+159. A principal metodologia utilizada para calcular a magnitude do impacto deve ser o perfil de …
------+160. As instituições devem alargar a análise, conforme necessário, a outros parâmetros, tais como …
------+161. Na aplicação dos diferentes cenários de esforço, as instituições devem avaliar e realçar os …
------+162. Os parâmetros do teste de esforço de liquidez devem incluir, se adequado e, em especial, pelo …
------+163. As instituições devem, sempre que adequado, integrar os testes de esforço em matéria de …
------+164. Sem prejuízodas Orientações da EBA relativas à gestão do risco de taxa de juro resultante de …
------+165. Os testes de esforço devem apoiar e ser parte integrante do sistema de gestão interna do risco …
------+166. Os cenários de taxa de juro utilizados para os testes de esforço, incluindo para efeitos da …
------+167. As instituições devem garantir que os testes referidos no número anterior não se baseiem …
------+168. As instituições devem ter em conta os seguintes elementos: a) o risco de spread, decorrente do …
------+169. As instituições devem estar cientes dos eventuais efeitos indiretos de taxa de juro que …
------+170. Nos casos em que são utilizados instrumentos financeiros menos complexos, as instituições …
------+171. Os testes de esforço devem ser um instrumento fundamental na identificação do risco de …
------+172. Ao avaliar este risco no âmbito dos seus programas de testes de esforço, as instituições devem …
------+173. Nos testes de esforço, em especial ao nível da instituição e incluindo testes de esforço do …
------+174. Os testes de esforço devem ter em conta as alterações do ambiente de negócio que possam …
------+175. A forma como as exposições concentradas funcionam em resposta aos mesmos fatores de risco deve …
------+176. As instituições devem ter em conta o impacto nas carteiras de negociação de posições a um …
------+177. A fim de avaliar o nível ex ante do risco de concentração e/ou o impacto do cenário relativo …
------+178. As instituições devem ter em conta a potencial existência de sobreposições entre diferentes …
------+179. As instituições devem ter em conta que o risco de crédito em moeda estrangeira: a) pode surgir …
------+180. Nos programas de testes de esforço, as instituições devem ter em conta o risco de crédito em …
------+181. Aquando da conceção ou execução dos seus cenários de teste de esforço, as instituições devem …
------+182. As instituições devem desenvolver cenários de esforço mediante a alteração de diferentes …
------+183. A fim de avaliar a potencial vulnerabilidade, as instituições devem ser capazes de demonstrar …
------+184. Nos testes de esforço do risco de crédito em moeda estrangeira, as instituições devem ter em …
------+185. As instituições devem ter em conta eventuais insuficiências significativas que possam ser …
------+186. Ao avaliar o potencial impacto dos empréstimos em moeda estrangeira a nível da rentabilidade …
---+4.8 Aplicação dos programas de testes de esforço
------+187. Como parte integrante do ICAAP e do ILAAP, as instituições devem assegurar que dispõem de …
------+188. Além disso, através dos testes de esforço, as instituições devem avaliar a fiabilidade dos …
------+189. Para além dos requisitos gerais relacionados com os programas de testes de esforço das …
------+190. Os testes de esforço do ICAAP e do ILAAP devem ser coerentes com o apetiteao risco e com a …
------+191. Além disso, nos seus testes de esforço do ICAAP, as instituições devem avaliar a sua …
------+192. Na realização de testes de esforço de solvência para efeitos do ICAAP, as instituições devem …
------+193. Os testes de esforço para fins de supervisão realizados nos termos do artigo 100.º da Diretiva …
------+194. As instituições devem identificar ações de gestão credíveis para fazer face aos resultados dos …
------+195. As instituições devem considerar uma vasta gama de ações de gestão (incluindo no âmbito de …
------+196. Para avaliar as possíveis respostas a uma situação de esforço, as instituições devem …
------+197. As instituições devem explicar os impactos qualitativos e quantitativos do esforço antes e …
------+198. As medidas de gestão aceitáveis estarão sujeitas às orientações e aos pareceres das …
------+199. É necessário documentar as ações de gestão previstas diferenciadas por cenário e adaptadas à …
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4. Testes de esforço das instituições
4. Testes de esforço das instituições
1. Visão geral
1.1 Referências
1.2 Requisitos identificados
1.3 Normas relacionadas
2. Requisitos identificados
Requisitos
| Fonte |
Requisito |
3. Normas relacionadas
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